Orando sem saber

O que é a vida senão o resultado da soma de uma série de escolhas que a gente faz? São muitas escolhas. Feitas a cada momento – feito orações que a gente repete com maior ou menor fervor.

Acordar triste porque acabou o fim de semana ou feliz pela oportunidade de viver mais um dia; por ter um trabalho?

Sair de casa com ou sem orar para agradecer? Essa oração, aliás, já é o resultado de várias escolhas: qual religião, agradecer ou pedir, deixar a religiosidade na frente do altar ou levá-la pra nos acompanhar pelo resto do dia (em nossas atitudes)?

Se alimentar de forma saudável e tentar prolongar a vida; comer aquilo que dá vontade, como se não houvesse amanhã ou com responsabilidade, mas, se permitindo fugir da regra vez ou outra?

Tanta coisa é uma oração velada na vida da gente: as palavras que a gente usa, o modo como a gente vê o trabalho, nossos pensamentos sobre nós mesmos, sobre os outros e sobre a vida… Tudo o que a gente repete -religiosamente – é oração!

É certo que nessa matemática da vida, tem o fator sorte, tem o destino, karma – ou sei lá de que outra forma essa carga toda que nasce com a gente pode ser chamada – mas, a maioria do que se soma vem dos nossos pensamentos (milhares de pensamentos) diários, das nossas palavras e ações. Ninguém coloca mais pontos positivos e negativos na conta da nossa vida que nós mesmos.

Então, escrevo hoje desejando que a humanidade se lembre de somar sempre sorrisos, boas palavras, ações positivas e escolhas saudáveis pra nós mesmos e pro mundo. E que assim seja!

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