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Brasil: reconstruindo a dignidade e abrindo caminhos para o futuro

O Brasil atravessa um ciclo de reconstrução social que recoloca a dignidade humana no centro das políticas públicas. A saída do país do Mapa da Fome das Nações Unidas, reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), confirma os avanços alcançados a partir de políticas integradas conduzidas pelo Governo do […]
Imagem: Governo Federal

O Brasil atravessa um ciclo de reconstrução social que recoloca a dignidade humana no centro das políticas públicas. A saída do país do Mapa da Fome das Nações Unidas, reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), confirma os avanços alcançados a partir de políticas integradas conduzidas pelo Governo do Brasil desde de 2023. A prevalência de subnutrição caiu para menos de 2,5% da população, patamar que, segundo os critérios internacionais, caracteriza a superação da fome como problema estrutural.

Esse resultado está diretamente associado à implementação do Plano Brasil Sem Fome, que articulou o fortalecimento do Programa Bolsa Família, a recomposição do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), o estímulo à produção e ao abastecimento de alimentos e políticas de inclusão produtiva. A combinação entre proteção social e acesso ao trabalho permitiu que a superação da fome se traduzisse em melhoria concreta das condições de vida das famílias.

Os efeitos dessas políticas são visíveis no mercado de trabalho. O país registrou, em 2024, taxa de desemprego de 6,6%, uma das menores da série recente. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), 98,8% das aproximadamente 1,7 milhão de vagas formais abertas no período foram ocupadas por pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. No primeiro semestre de 2025 foram criados 1.222.591 empregos formais, e 977.690 (80%) dessas vagas foram ocupadas por pessoas inscritas no CadÚnico, um indicador recente da relevância da inclusão socioeconômica no mercado de trabalho.

Outro avanço relevante foi a redução da desigualdade de renda. Em 2024, o índice de Gini caiu para 0,506, o melhor resultado da série histórica recente. O crescimento da renda dos 10% mais pobres superou a média nacional, evidenciando uma estratégia de desenvolvimento voltada à redução das distâncias sociais e ao fortalecimento da justiça distributiva. Essa orientação reafirma o compromisso do Governo Federal de priorizar quem mais precisa, colocando o pobre no orçamento e promovendo maior equidade fiscal.

As transformações também se refletem nas trajetórias das novas gerações. Estudos indicam que mais de 70% dos jovens que viviam em situação de pobreza entre 15 e 17 anos, em 2014, conseguiram sair dessa condição ao atingir a faixa dos 20 a 25 anos. A ampliação da proteção social, o acesso à educação e a melhora do mercado de trabalho explicam essa mudança estrutural, que rompe ciclos históricos de exclusão.

Ao registrar esse período, reafirmamos que os resultados alcançados são fruto de políticas públicas coordenadas, baseadas em evidências e orientadas pela garantia de direitos. Os desafios permanecem, mas o Brasil demonstra que é possível avançar na construção de um país mais justo, menos desigual e comprometido com o futuro de sua população.

Ministério do Desenvolvimento Social, Família e Combate à Fome

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