A defesa do Padre Binu Joseph, ex-pároco da Igreja Nossa Senhora dos Navegantes, divulgou uma nota nesta quarta-feira (12) após a repercussão de uma nova ação penal e da decretação da prisão preventiva do religioso ocorrida na última terça-feira (11) em Paranaguá.
Segundo os advogados, os dois procedimentos criminais estão sob segredo de Justiça. Por esse motivo, a defesa afirma considerar que a exposição do caso na imprensa e nas redes sociais pode prejudicar as partes envolvidas e o próprio processo.
A defesa esclareceu ainda que, conforme a decisão judicial, a prisão preventiva foi decretada com o objetivo de garantir a coleta de provas e proteger a instrução probatória.
Após a realização da audiência de custódia, realizada na terça-feira (11), o Juízo de Garantias reconheceu a condição de Padre Binu Joseph como sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana. Com isso, segundo a defesa, foi reconhecida o direito de tratamento de prisão especial para ministros de confissão religiosa.
Defesa afirma que padre é inocente
Ao final da manifestação, os advogados afirmam ter “plena e absoluta convicção” de que Padre Binu Joseph é um sacerdote “probo” e que, segundo eles, nunca teria pactuado com irregularidades ou atos ilícitos ao longo de sua vida pessoal, pública e religiosa.
A defesa também sustenta que a atuação do sacerdote sempre teria sido pautada pelo cumprimento da legalidade, da moralidade e da ética.
Os advogados finalizaram a nota afirmando que todas as questões relacionadas ao caso deverão ser analisadas e decididas pelo Poder Judiciário.
Como os procedimentos estão sob segredo de Justiça, detalhes sobre as acusações que motivaram a nova ação penal e a prisão preventiva não foram divulgados oficialmente.


Imagem: redes sociais 






