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Polícia Civil investiga GCM acusado de abusar sexualmente da filha adolescente em Paranaguá

A mãe da adolescente também relatou à PCPR que o suspeito apresentava comportamento opressor e controlador no ambiente familiar.
Foto: Arte/Michel Moreira

Um guarda civil municipal de Paranaguá é investigado pela Polícia Civil do Paraná (PCPR) por supostamente ter abusado sexualmente da própria filha, uma adolescente de 17 anos, no município de Paranaguá. O caso foi registrado pela mãe da vítima – e esposa do suspeito – no último dia 8 de abril.

Conforme informações apuradas pela equipe de reportagem da TVCI, os abusos ocorreriam desde 2025. A mãe da adolescente também relatou à PCPR que o suspeito apresentava comportamento opressor e controlador no ambiente familiar.

Diante dos fatos, foram solicitadas medidas protetivas de urgência em favor da mãe e da filha. A adolescente foi encaminhada para atendimento psicológico no Centro Especializado de Atendimento a Crianças e Adolescentes e/ou Testemunhas de Violência (CAICAVV) de Paranaguá.

A Prefeitura de Paranaguá foi procurada e informou, por meio de nota, que, em conjunto com a Guarda Civil Municipal, tomou conhecimento das informações recentemente divulgadas envolvendo suposta conduta de um integrante da corporação no âmbito da vida privada. Ressaltou ainda que não compactua com qualquer prática que viole a legislação vigente, os princípios da administração pública ou os deveres inerentes à função pública.

“A situação está sendo cuidadosamente analisada e, no que couber à esfera administrativa, serão adotadas as medidas pertinentes, com a devida apuração por meio dos órgãos competentes de controle e correção. A Secretaria Municipal de Segurança e a Guarda Civil Municipal reiteram seu compromisso com a legalidade, a ética, a transparência e a proteção da sociedade, permanecendo à disposição das autoridades para colaborar com quaisquer investigações. Por fim, reforça-se que eventuais responsabilidades serão apuradas com rigor, observando-se os trâmites legais aplicáveis”, informou a nota.

A prefeitura também foi questionada sobre o possível afastamento do agente, mas, até a publicação desta reportagem, não houve resposta. O caso corre em segredo de justiça.

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