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Vazamento de Amônia Anidra em fábrica de Paranaguá mobiliza as equipes do Corpo de Bombeiros

Equipes do Corpo de Bombeiros controlaram o vazamento de amônia anidra e encaminharam quatro vítimas para avaliação médica.
Imagem: Vinícius Aaraújo/TVCI

Um vazamento de amônia anidra foi registrado na tarde desta segunda-feira (17) em uma fábrica localizada na Avenida Senador Atílio Fontana, no bairro Parque São João, em Paranaguá. O incidente provocou a evacuação da área e deixou cinco pessoas expostas ao produto químico.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná, a ocorrência foi registrada após o porteiro acionar a Central de Operações. Inicialmente, foi informado que o vazamento permanecia ativo e que havia uma vítima no local.

Para atender à ocorrência, foram mobilizadas três equipes do Corpo de Bombeiros, incluindo viaturas de combate a incêndio e resgate e uma ambulância.

Após a chegada das equipes, os bombeiros identificaram a presença de amônia anidra, um produto químico perigoso. Durante a avaliação da área, foram identificadas cinco pessoas afetadas pelo incidente.

Segundo a corporação, todas tiveram contato leve com o produto e os atendimentos foram realizados principalmente em razão do estado emocional provocado pela situação.

Os bombeiros localizaram o registro responsável pelo vazamento e realizaram o fechamento da válvula, interrompendo a saída da amônia.Com a fonte do risco controlada, o atendimento às vítimas foi realizado pelas equipes de emergência.

Em nota a empresa informou que os protocolos de segurança foram acionados, incluindo a incluindo a evacuação preventiva da unidade e o acionamento do Corpo de Bombeiros.

“Não houve feridos. Preventivamente quatro colaboradores receberam atendimento médico por apresentarem quadro de ansiedade, mas passam bem. O vazamento foi rapidamente contido, e as causas do incidente estão sendo investigadas”, informou.

Quatro pessoas foram encaminhadas ao hospital

Ao todo, quatro pessoas foram encaminhadas para avaliação médica. Duas foram transportadas pelo Corpo de Bombeiros e outras duas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Uma quinta vítima recusou o atendimento médico e assinou o termo de recusa.

 

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