Após discussões, agressões e invasão ao Colégio Estadual Cidália Rebello Gomes nesta terça-feira (18), uma mãe de uma das alunas envolvidas em uma briga retornou ao local. Ela foi presa após ofender a diretora, na manhã desta quarta-feira (19), na Ilha dos Valadares, em Paranaguá.
A situação foi atendida pela Polícia Militar, após a mãe de uma das alunas retornar ao colégio, ela teria ido constatar que a mesma seria a culpada pela confusão na terça-feira (18). Ao tirar “satisfação” com a diretora, ela teria ofendido a mesma, resultando no acionamento da PM, que ao chegar no local deu voz de prisão a mãe da aluna.
Confira o caso:
Uma discussão entre responsáveis por estudantes terminou em agressões físicas e ameaças de morte dentro do Colégio Estadual Cidália Rebello Gomes, na Ilha dos Valadares, em Paranaguá, nesta terça-feira (18).
De acordo com a Secretaria de Educação, os responsáveis entraram sem autorização nas dependências do colégio e se envolveram em uma discussão que evoluiu para agressões. Durante a ocorrência, funcionários e estudantes também teriam sido ameaçados, e um servidor da escola foi agredido.
Conforme apurado pela produção da TVCI, a invasão e agressão aconteceram após duas alunas do colégio brigarem no interior da escola. Os responsáveis das envolvidas foram chamados para comparecer na instituição, momento em que chegaram em três pessoas e começaram a agredir alunas e funcionárias que estavam na sala de coordenação.
Diante da situação, a direção adotou medidas para preservar a segurança da comunidade escolar. Os estudantes permaneceram em sala de aula enquanto a Polícia Militar foi acionada.
A Patrulha Escolar (BPEC) também esteve envolvida no atendimento, com o objetivo de reforçar a segurança e acompanhar a situação dentro da unidade de ensino.
O Núcleo Regional de Educação (NRE) de Paranaguá informou que acompanha o caso e presta suporte à direção e à comunidade escolar.
A SEED foi questionada sobre deixar uma viatura da Patrulha Escolar, da Polícia Militar, fixa na instituição educacional, no entanto, não houve a confirmação do reforço na segurança dos alunos e servidores públicos que atuam no colégio.


Foto: TVCI 






