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Paranaguá e Guaraqueçaba vão receber 23 estruturas flutuantes do Governo do Estado

As plataformas serão instaladas em pontos estratégicos, como locais de acesso e apoio para embarcações.
Foto: Denis Ferreira Netto/SEDEST

O Governo do Paraná por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) e do Instituto Água e Terra (IAT) vai implementar 23 estruturas flutuantes em Paranaguá e Guaraqueçaba. O investimento é de R$ 30,9 milhões provém do Termo de Ajustamento Judicial (TAJ), associado à Petrobras.

Os recursos serão destinados prioritariamente a gestão das Unidades de Conservação (UCs), à conservação ambiental e uso público dessas áreas protegidas. As plataformas serão instaladas em pontos estratégicos de Paranaguá e Guaraqueçaba, como locais de acesso e apoio para embarcações.

O objetivo é melhorar as condições de deslocamento dos moradores de comunidades tradicionais, facilitando o acesso a serviços públicos essenciais e ampliando a capacidade de fiscalização ambiental nas unidades de conservação da região.

O projeto prevê melhorias no manejo de resíduos sólidos e condições para atividades de turismo ecológico e educação ambiental. A implantação ainda depende das etapas administrativas necessárias à contratação, de acordo com a Lei Federal 14.133/2021.

O IAT ficará responsável pelos trâmites de licenciamento ambiental e de contratação relacionados às intervenções. A definição final das estruturas deverá considerar os diagnósticos, as características de cada localidade e as contribuições apresentadas pelas comunidades ao longo das consultas.

Os flutuantes são plataformas instaladas sobre a água, destinadas ao embarque e desembarque de passageiros e ao apoio às embarcações. Em comunidades com acesso predominantemente aquático, essas estruturas integram a infraestrutura necessária à mobilidade cotidiana.

As estruturas devem facilitar o trabalho das equipes de fiscalização nas unidades de Conservação e ampliar as condições de monitoramento dos ecossistemas costeiros. O projeto prevê apoio ao combate a práticas ilegais, como a pesca predatória, e melhorias no manejo de resíduos sólidos.

Com informações da AEN.

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