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Ginecologista acusado de importunação sexual é alvo de operação policial; Justiça determina que médico faça uso de tornozeleira eletrônica

Na manhã desta quarta-feira (22), a Polícia Civil realizou a operação “Dignitas”, com o objetivo de dar cumprimento a dois mandados de busca e apreensão e um de monitoração eletrônica. O alvo da operação foi o médico ginecologista, Amauri Bilieri, que, em tese, praticou diversos crimes contra a Dignidade Sexual de pacientes.

Embora a Polícia Civil tenha pedido a prisão do investigado, a Decisão Judicial determinou medidas cautelares menos restritivas, como a proibição de ausentar-se do país, recolhimento domiciliar no período noturno, proibição do exercício da medicina, suspensão da inscrição médica e proibição de contato com as vítimas. Também foi determinada a colocação de tornozeleira eletrônica.

As buscas foram realizadas na residência do médico e na clínica onde realizava os atendimentos, objeto das investigações.

Nove pacientes foram ouvidas na sede da 1ª Subdivisão Policial, onde afirmaram terem sido vítimas de abusos, cometidos pelo investigado, durante os atendimentos médicos.

 

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