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Banco de Ração ajuda a alimentar animais resgatados em Pontal do Paraná

Desde o início do projeto, em 2022, já foram arrecadadas 15 toneladas de ração para cães e gatos.
Foto ilustrativa | Reprodução: TVCI

Uma das maiores dificuldades que protetores de animais independentes encontram após o resgate de cães e gatos abandonados é a garantia de alimentação, visto que muitas vezes os valores gastos nessas ações são altos e não há apoio financeiro. Em Pontal do Paraná, uma iniciativa da prefeitura oferece suporte para os protetores de animais que vivem no município, por meio do “Banco de Ração”.

Para Lee Assis, que atua como protetora independente há 13 anos, o desafio de ser lar temporário tem se tornado um pouco mais leve por meio desta iniciativa.

“Temos inúmeras dificuldades, mas a prefeitura sempre tem nos ajudado. Atualmente, eu faço lar temporário para quatro vidas e o banco de ração me ajuda com as despesas que tenho”, contou Lee.

A iniciativa é resultado da lei que estabelece a Política Municipal de Proteção Animal. Além da lei, foi implementada a Rede de Proteção Animal (RPA), que garante que cães e gatos resgatados em situação de maus-tratos ou abandonados tenham alimento nos lares temporários no município.

Desde o início do projeto, em 2022, já foram arrecadadas 15 toneladas de ração para cães e gatos. Atualmente, cerca de 25 protetoras e cuidadoras cadastradas na iniciativa recebem o auxílio. A quantidade é distribuída dependendo do número de animais sob os cuidados.

De acordo com a prefeitura, a ração arrecadada por meio do Banco de Ração é um auxílio para protetores que resgataram animais das ruas e que, por algum motivo, ainda não foram adotados.

O Banco de Ração é mantido por meio de parceria com a iniciativa privada e também por doações da população. Para doar, a população deve procurar a Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca de Pontal do Paraná, que fica instalada na sede da prefeitura em Praia de Leste, ou então por meio dos contatos: (41) 3455-9643 ou WhatsApp (41) 93500-7993.

A prefeitura reforça que, a partir do momento que uma pessoa adota um animal, torna-se responsável pelos cuidados e alimentação do pet, não sendo apta a receber ração do banco.

 

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